segunda-feira, 16 de junho de 2008

Victor Jara em tribunal

Devido à apresentação de novas provas acerca dos seus autores materiais, vai ser reaberto o inquérito judicial à morte de Victor Jara, a quem os militares de Pinochet queimaram e partiram as mãos à coronhada, mandando-o «cantar agora». Foi fuzilado à queima-roupa quando, de facto, se dirigiu aos restantes presos e começou a cantar o hino da Unidad Popular.
Foi no Estádio Nacional de Santiago do Chile, poucos dias depois do golpe de estado que depôs Salvador Allende, fará em Setembro 35 anos.

Este senhor deve achar que é uma perda de tempo.
Os tiranos em desaceleração, por esse mundo fora, devem achar que garantir a impunidade é uma coisa cada vez mais difícil.

2 comentários:

jf disse...

Bom dia Paulo Granjo. Gostaria de entrar em contacto consigo no âmbito de uma investigação de doutoramento sobre relações interculturais em contextos organizacionais, mas reparei que no seu perfil não consta o endereço de e-mail. Como poderei entrar em contacto consigo?

Um abraço,

João Feijó

(Paulo Granjo) disse...

Caro João:

Sugiro que envie um SMS com o seu mail e o meu nome para o número 964775662. É um telefone institucional que fará o reencaminhamento para mim. Eu contactarei depois consigo.